Na manhã desta
quinta-feira (10) uma operação realizada pela Polícia Federa, especializada em
desarticular um grupo que atuava em fraudes de pagamentos nas loterias da Caixa
Econômica Federal. Chama de Desventura, ainda conta com a suspeita de um
ex-jogador da Seleção Brasileira, o nome ainda estava em sigilo.
O Esquema
funcionava da seguinte forma eles atraiam os prêmios e validavam, aqueles que
não eram recolhidos pelos ganhadores para não deixar pistas ao fazer
transferências milionárias. Pois no momento em
que um prêmio da loteria não é retirado, todos os
valores são destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (FIES). No entanto os criminosos usavam
contas com grande motivação financeira, uma dessas contas era do ex-jogador da
seleção.o ex-jogador da cedeu a sua conta bancária para que esse dinheiro
desviado pudesse circular sem chamar a atenção das autoridades. Alguns gerentes
de bancos, também participavam. Só ano passado, os ganhadores de loteria deixaram de resgatar R$
270,5 milhões em prêmios da Mega-Sena, Loteca, Lotofácil, Lotogol, Quina,
Lotomania, Dupla-sena e Timemania. Os envolvidos usavam de bilhetes falsos por gerentes da Caixa que viabilizavam o
prêmio por meio de suas senhas. Segundo a PF todos os
participantes do esquema responderão por organização criminosa, estelionato
qualificado, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, falsificação de
documento público, evasão de divisas.Essa investigação tem parceria com o
Ministério Público,tendo iniciado em setembro de 2014, onde um dos envolvidos
foi preso em flagrante no momento em que ia sacar o dinheiro em Goiás, foram cumpridos ainda 54
mandados judiciais, cinco prisões preventivas, oito temporárias, 22 conduções
coercitivas e 19 buscas nos estados de Goiás, Bahia, São Paulo, Sergipe, Paraná
e Distrito Federal.A investigação continua mais ainda falta mandados e prisões.
O Jogador
suspeito é Edilson conhecido nos tempos de Seleção como “Capetinha”. O mesmo
passou a ser suspeito por assinas varias procurações dando poderes há varias
pessoas, o jogador pode ter sido usado apenas como laranja informações dadas
por uma pessoa próxima ao jogador. Na quinta-feira(10) setembro a PF inicou uma
busca e apreensão na casa do jogador, que não compareceu no local.Agora o
jogador terá de se explicar a Polícia Federal. Na busca foram apreendidos
discos rígidos, computadores e o Carro do Jogador.Segundo o advogado de
Edilson, Thiago Phileto, O nome do jogador foi jogado de maneira leviana, pois
entre os três presos na quinta-feira pela Polícia Federal na Bahia, com o nome
de Eduardo disse ser primo do ex-jogador, afirmando que o ex-jogador não tem
ligação com o esquema de fraudes. E que o Ministério Público Federal pediu a
prisão de Edilson, mas foi negada pela Justiça Federal.
A Versão de Edilson também negou ter algum parentesco com o preso
Eduardo, e disse que o rapaz fazia assessoria para ele há dois anos, mas que
tinha algum tempo que não mantinham contanto, dizendo que estava em casa e
tranquilo.O ex-jogador acredita que possa ter tido o nome envolvido no esquema
de fraude por conta de alguma conversa que teve com Eduardo por telefone no
passado. Através de escuta telefônica o rapaz deve ter ligado para ele para
fazer alguma coisa, falar alguma coisa e ligaram o seu nome a ao grupo de
fraudadores.Diz ainda que seus advogados estão cientes do que está acontecendo
e ele também.Quer ajudar a polícia a esclarecer a história pois tudo isso está
prejudicando sua imagem, por ser um pentacampeão mundial e oque ganhou foi com futebol, com suor, com
trabalho.

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